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quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Texugueira ... terra de adrenalina!

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No passado sábado (04/02/2012) ... sim, aquele dia que estava um ventinho de cortar!!! ... lá fomos fazer umas das nossas aventuras pelos alpes de Ponte da Barca :)
Voltamos à Tuxegueira, visto que é aqui que se encontram os mais recentes trilhos delineados pelo nosso GPS, de seu nome Carlos Silva aka Moleiro :)
Além de ser do nosso agrado aquela descida de uns bons kms de total adrenalina, a presença de betetistas que já não nos acompanhavam há algum tempo, era outro motivo forte para optarmos pelo referido lugar, Texugueira.
E assim foi, na agradável companhia do Tiago, do Pedro Nuno e do Duarte, lançamos-nos para a longa e penosa, mas necessária, subida ... com passagem pela Pegadinha (onde aproveitamos para tirar a fotografia de família) ... até chegarmos à Tuxegueira ... e vaiiiiiii diiiiiiisssstooooo ... pedala ... salta ... treme ... baixa o banco ... desvia-te das silvas ... roça no muro ... cai ... e mais ... muito mais!!!!
E pronto ... depois foi pedalar os últimos metros até chegar a casa :)

As fotografias estão em:
https://picasaweb.google.com/barcabikerstt/120204Texugueira

domingo, janeiro 29, 2012

Reis ... por um dia :)

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Não liguem ao título deste post, não sabia o que escrever :) ... escolhi algo relacionado com as fotografias tiradas neste belo dia de BTT (ontem). 
Não tenho uma crónica para vos apresentar :( ... vou só dizer que a voltinha de ontem teve o mesmo do costume (subidas e descidas) mas em quantidade substancialmente superior. Muitas subidas ao estilo Camel Trophy ... com as bicicletas às costas ...  a galgar muros ... etc ...  e muitas descidas ao estilo parque aquático (não, não tinham muita água!) ... tinham largos metros consecutivos de adrenalina ... curva contra curva ... túneis ... tubos ... etc etc etc lolol
Vejam as fotos, embora as melhores partes não tenham ficado registadas porque o fotógrafo de serviço (moi-même) também tem direito a divertir-se :)

P.S.: já me esquecia de falar do novo suporte para estacionamento de bicicletas (bike rack) que foi colocado junto à nova praça de pedra com holofotes de estádio de futebol que temos em Ponte da Barca :) Tivemos alguma dificuldade em "estacionar" corretamente a burra neste objeto ... e não havia necessidade de estar colocado onde está, roubando um lugar para estacionamento de automóveis. Podiam tê-lo colocado na referida praça, onde não atrapalharia ninguém já que, tal como este objeto, também é de pouca utilidade ...  :)


terça-feira, janeiro 24, 2012

As bicicletas ... na Revista "Passear" (Jan/2012)

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A editora Lobo do Mar, disponibiliza versões digitais da revista "Passear" através do site/serviço Issuu. Aconselho-vos a ler dois artigos relacionados com as bicicletas e que se encontram na edição de janeiro de 2012:
  • "Destino - A ecovia: De Lisboa a Badajoz em bicicleta", (pág. 20-28)
  • "Ligação Angola a Moçambique: O sonho comanda a vida ...", (pág. 30-36)

domingo, janeiro 22, 2012

Fredo ... apresenta-se ao serviço!

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Ontem, aproveitando o belo dia solarengo que se apresentava, fomos queimar mais umas calorias e oxigenar estes cérebros que andam intoxicados com estes molotovs de crise/troika/desemprego/ ... bla bla bla.
Como novidade, tivemos a presença de um betetista que, pela primeira vez, pedalou na nossa companhia. Foi o cunhado do Moleiro, o Fredo. Não estando habituado a trilhos mais técnicos - os que são da nossa preferência - portou-se muito bem, não dando descanso às mudanças (acima ... abaixo ... acima ...) e às pernas :) ... já que, para variar, subimos ... descemos ... subimos ...
Também reencontramos um betetista que já não pedalava connosco há uns tempos, o Duarte, que juntamente com um amigo, nos fez companhia nesta tarde.
"Deu para as necessidades", como se costuma dizer, não faltando as pequenas constatações de pneus inadequados, mudanças a necessitar de ajustes ... e as não desejadas quedas ... felizmente, sem nada de grave a registar.
Para variar, aqui ficam as fotos da praxe:

quarta-feira, janeiro 11, 2012

Quem te avisa ... teu amigo é!

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No passado sábado, dia 7, eu e o Zé fomos dar uma volta de bicicleta. Fomos sozinhos porque o resto do pessoal tinha combinado andar no dia seguinte de manhã. O Zé não podia e eu preferia dar uma volta na tarde solarenga de sábado, em vez da manhã gelada de domingo. Além disso, queria testar a afinação do "novo" desviador dianteiro, para confirmar se os problemas de mudanças que me têm assombrado os últimos passeios advinham dessa peça em específico. E para isso, preferia um passeio "sem compromissos" e do qual pudesse desistir assim que as malditas mudanças começassem a dar-me cabo da cabeça.
Pouco tempo depois de arrancarmos, encontramos o amigo Panda que, sem dizer nada a ninguém, ia dar a sua volta para recuperar a forma perdida ... mentira, porque ele está sempre bem :) Como tínhamos objetivos diferentes (eu e ele), optamos por seguir os nossos destinos em separado - ele para recuperar a forma e eu para tentar recuperar a paciência com os problemas que a bicicleta teima em me dar.
Aproveitando o facto de só estar eu e o Zé, optei por levá-lo para uns trilhos que ele não conhecia, os quais eu não fazia há uns tempos, e que não seriam do seu desagrado - muitas subidas, com partes técnicas ...  e respetivas descidas :) Desta forma, eu também faria os necessários testes às mudanças.
Seguimos o planeado e, após as primeiras subidas, defronto-me com alcatrão em locais que, em tempos, eram umas belas subidas cheias de pedras soltas :) Decidimos partir à aventura, seguindo por trilhos desconhecidos e sem um rumo definido. O importante era subir ... descer ... e conhecer novos caminhos para um dia fazer uma surpresa ao Moleiro :)
Mas vamos à parte que interessa :)


A determinada altura, encontramos uma situação típica: um portão que nos barrava a passagem para caminhos que, supostamente, seriam privados. Aproximei-me para ler a placa de aviso que se encontrava no referido portão e, como é lógico, tratava-se de um "tesourinho" típico português. Não resistimos a umas gargalhadas e comentários "menos bonitos" e depois fizemos o caminho inverso.
Não demorou dois minutos até que, olhei para um caminho alternativo que se apresentava à minha esquerda e, sem motivo aparente, a bicicleta resolveu levantar a roda de trás e acabei por sair disparado em direção ao chão. A velocidade era mínima, quase parado, e as pernas teimaram em não passar por cima do guiador, originando uma queda "com espetáculo", acompanhada de uns bons lanhos nos joelhos e um tendão do braço esquerdo dorido devido a ter usado as mãos para amparar a queda. Demos mais umas risadas, lembrando-nos do aviso que tínhamos lido (e fotografado!!!!) e lá continuamos viagem.


Seguimos viagem, mas não por muito tempo :) ... foram mais dois minutos até que, numa subida surpresa, o Zé esticou um pouco a corrente e ... temos uma corrente rebentada :)
Ah pois é ... a gozar com o "Aviso" ... tudo nos acontecia!
Estivemos uma boa meia hora a tentar remendar a corrente ... os elos não saíam ... depois não entravam ... coisas de quem tem pouca prática ... habituamos-nos ao Moleiro para tudo! :)

 
Acabamos por resolver o problema mas não quisemos correr mais riscos :) ... além de que já começava a ficar tarde para andar por trilhos desconhecidos ...  a noite aproximava-se.
Com cuidados redobrados :) fizemos a viagem de regresso, apenas com uma pequena paragem para uma foto de recordação desta tarde fantástica de BTT :)

 
P.S.: Mas nem tudo são más notícias ... o desviador funcionou bem durante todo o passeio ... o que poderá significar que era de facto esse o problema com as minhas mudanças :)

domingo, outubro 23, 2011

Passeio no "Barral" com os Tapa FurQs- Rescaldo

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Domingo de BTT, mais uma vez, em conjunto com os Tapa FurQs. Uma voltinha animada, com os ingredientes do costume: rodar, subir, descer, subir, descer, subir, descer ...
O arranque foi feito com uma baixa de última hora - uma cassete que teimava em prender, obrigando o betetista a "ficar em terra". Claro que o assunto durante os primeiros kms só podia ser um: em pleno século 21, com tanta tecnologia de ponta utilizada nas bicicletas, lembrou-se de trazer uma roda com cassete. O próprio CD já está ultrapassado, estamos na era do MP3! :)
Como já disse, foi rodar, subir, descer ... com uma paragem num café para o indispensável cafézito (para alguns) e para outros, as indispensáveis barrinhas e bananas. Estas últimas, originaram mais um aceso debate porque, ao que consta, há quem as embrulhe em "prata" aka "papel de alumínio" e alguns betetistas (incluindo eu) questionavam o porquê/para quê? Mistéeeeerio! :)
Já me esquecia de um pormenor importante! A chuva!!!!!! Acompanhou-nos sempre ... ora um pouco tímida ... ora armada em vedeta. Mas não incomodou muito. O único problema eram os trilhos com pedra que, estando molhada, obrigava a um pouco mais de atenção ... e alguns malabarismos para endireitar a burra quando ela parecia querer fazer-nos descer a calçada de costas :)
E não foi na calçada molhada mas foi já no alcatrão, antes dos últimos trilhos que nos trariam à Barca, que um dos betetistas se espalhou. E GRANDE espalho! A cara arranhada (de esfregar no alcatrão, penso eu), e um lanho no sobrolho (que talvez tenha tido origem no "cornito" do guiador que partiu aquando do tombo). O destino final foi o serviço de urgências, no Centro de Saúde de Ponte da Barca, sem direito a pontos nem agrafos (embora o lanho não fosse bonito) mas com a devida desinfeção.
As fotografias são as possíveis, tiradas com o telemóvel (num dia escuro!). Emprestei a máquina durante a semana e esqueci-me de a pedir de volta. Resta-me esperar pelas fotos que os Tapa FurQs irão disponibilizar. E essas, além de terem sido tiradas com uma máquina, têm outra vantagem: eu apareço nelas! :)
E assim foi a aventura de hoje ... agora vou pastar para o sofá, ver um filmezito daqueles que não obriga a pensar muito :)

sábado, outubro 08, 2011

"Peregrinação" a Sto.António do Couto - Rescaldo

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Na quarta-feira passada, dia 5 de outubro, aproveitamos o feriado para fazer um passeio pelos, sempre fantásticos, trilhos do nosso concelho. Desta feita, fomos a Sto António do Couto.

A saída deu-se em Britelo, seguindo-se pequenos trilhos que encaixam uns nos outros na perfeição ... até Lindoso.



A subida a caminho da Serra Amarela levar-nos-ia até Sto António do Couto, um "pequeno" lugar de culto mas de grande beleza (se não conhecem, tratem de lá ir).



Depois, foi "marchar" até Bilhares, Ermida, Lourido ... até chegarmos ao parque de campismo de Entre Ambos-os-Rios, onde tínhamos os carros.

Terminamos com um banho no Rio Lima seguido de um pequeno piquenique de confraternização com direito a umas sandes e as merecidas minis :)



Um feriado bem passado!

domingo, junho 26, 2011

Caminhada / descida BTT no Livramento - Rescaldo

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Ontem foi dia de caminhada e descida de BTT no Livramento, realizadas no âmbito do projecto ENRAIZ'ARTE, dinamizado pela Santa Casa da Misericórdia de Ponte da Barca e do qual o Barca Bikers TT é parceiro.



A caminhada correu bem, embora estivesse bastante calor. Seguiu-se um belo repasto e ainda houve tempo para o professor Luís Arezes nos presentear com umas, breves mas entusiasmantes, explicações sobre a história local.




Depois, foi hora de nos fazer-mos aos trilhos que nos trariam até Ponte da Barca. Ainda não tinhamos começado a aventura BTT e já havia uma possível baixa na equipa. Mas uns "arranhões" não foram suficientes para desmotivar a Miss Lopes que, mesmo debilitada, nos acompanhou até ao fim deste belo dia de lazer.



O BTT, por vezes, é assim: "No pain, no gain".


segunda-feira, maio 09, 2011

A caminho de Vilarinho! (07e08/05/2011) - Rescaldo

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Correndo o risco de apanharmos as mesmas condições climatéricas do ano passado (ver rescaldo do passeio de 2010), realizamos, mais uma vez, a nossa aventura até Vilarinho das Furnas. Este ano, além de mim, do Moleiro e do Panda, tivemos a companhia do Zé. O trajecto contemplava a ida até Vilarinho das Furnas no sábado e o regresso no domingo, percorrendo uma parte de território espanhol. E assim foi.

A tão temida chuva acompanhou-nos logo nos primeiros quilómetros, obrigando-nos a umas pequenas paragens para resguardo nas situações em que a carga de água era maior. Antes de Sto António de Mixões da Serra levamos com uma chuvada das grandes, para não variar :) Tal como no ano passado, Mixões da Serra foi local de troca de roupa encharcada e um pequeno reforço sólido e líquido.



Saímos de lá com a esperança de que o sol aparecesse mas a verdade é que quem nos acompanhou até Vilarinho foi a chuva. Não era muito forte, tinha momentos em que parava, mas esteve muito presente. O que ficava mais prejudicado eram as paisagens ... mas mesmo assim eram fantásticas.



Chegados à Pousada da Juventude, tomamos o merecido banho (este ano, devido à grande taxa de ocupação da pousada, ficamos em quartos duplos - e vale a pena o que se paga a mais), comemos qualquer coisa para aguentar até à hora de jantar e descansamos um pouco. Ainda deu para jogar um snooker com o Zé, coisa que já não me lembrava de fazer. Este ano aproveitamos bem o aquecimento dos quartos para secar a roupa molhada (sapatilhas e kispo e luvas). Depois de alguns estudos :) lá arranjamos uma estrutura artesanal que nos permitiu tirar o máximo proveito do aquecedor, sem estragar nada. Podem ver nas fotos :)

Quando chegou a hora de jantar percebemos que, tal como o ano passado, o serão iria ser animado. Estava lá um grupo de jovens adultos :) bem grande, de Lamego, que acompanhados de violas, acordeões, bombos, etc, animaram o pessoal com umas cantiguinhas e umas danças. Mas a noite não era para grandes festas, o domingo ia ser de pedalar, por isso, deitamos-nos cedo.



Domingo foi dia de acordar com a esperança de um dia menos molhado (de acordo com as leituras que havíamos realizado na net). Mas o panorama era outro :( Chuva!!!
Tomamos o pequeno almoço e arrancamos em direcção à magnífica Mata da Albergaria (quem não conhece, não pode perder. Por mim, estava lá todos os meses ... a pé, de bicicleta ... mas nunca de carro, como fazem os belos tugas domingueiros!).


(o Panda esqueceu-se de dobrar a perninha!)

Entramos, então, em território espanhol ... com muitos e variados trilhos (pedra, mata densa, estradões ...) até chegarmos a Lindoso.



Seguiu-se o almoço no restaurante "São Martinho" para encerrar os dois dias de aventura ... que ainda não tinha terminado, porque nos restava o regresso a Ponte da Barca. A meio da refeição, a chuva regressa como que a dizer: "eu já vos digo como é!!!!" :) Saímos todos equipados (e de barriguinha cheia) e bem regados (a chuva era miudinha mas molhava). Felizmente, foi acalmando e permitiu-nos chegar secos a casa.



Um fantástico fim-de-semana em BTT, sem lesões, nem furos!!! ... e apenas a bike do Moleiro deu alguns problemas nas mudanças ... muito provavelmente, devido a lama e outras porcarias que estavam acumuladas.

Estou desejoso que chegue o dia do Transminho 2011 ... eu gosto é destas aventuras!!!!

Para verem as fotos do passeio, cliquem numa das fotos acima, ou vão a:
https://picasaweb.google.com/barcabikerstt/110507e08VilarinhoDasFurnas

domingo, abril 17, 2011

Fotografias do passeio na Miranda (16/04/2011)

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Conforme combinado, ontem fomos pedalar para Miranda. Um bom dia de sol, terrenos secos, muito pó e muita boa disposição. Uma queda ou outra, sem grandes consequências, terminando a aventura com um mini piquenique com umas belas minis para "matar" a sede que era muita. Pelo meio, alguns vídeos (para usar numa próxima compilação) e algumas fotos que podem ver em:

domingo, abril 10, 2011

BTT da Portela 6 - 10/04/2011 - Rescaldo

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5*+1, é o que tenho a dizer sobre o 6º BTT da Portela em Monção. Foi, de longe, o melhor passeio desta época (desde Setembro) e está muitos furos acima de qualquer outro que tenha gostado. O receber bem os betetistas, é algo a que os nossos amigos do CCM já nos habituaram há muito tempo (sou um "habitué" dos Portela e fui a alguns Rota da Coca). Mas este ano, excederam-se :))) Desde a recepção com direito a pastéis de nata e cafézinho, até ao almoço bem servido, e com direito a umas belas minis fresquinhas, enquanto estávamos na fila para a refeição, foi tudo de muito bom gosto.

Mas as 5*+1 são mesmo para o percurso. Começamos o passeio a rolar, para aquecer e depois tivemos as subidas da praxe, para esticar o pelotão (mas nada comparável aos exageros a que tenho assistido ultimamente, subia-se mas era acessível). Depois, todas as palavras que possa escrever, ficarão muito aquém daquilo que realmente se passou. Descidas fantásticas, intermináveis, de todos os tipos e para todos os gostos. A certa altura, comecei a pensar que já estaria a um nível abaixo da água do mar, tal era o tempo que tinha passado desde que tinha começado a descer. A seguir a estas descidas, mais descidas, um pouco mais suaves, para acalmarmos os batimentos cardíacos e, depois, mais uns bons metros a rolar, para que os músculos se preparassem para as próximas subidas. Esta sequência de desce, desce menos e roda a plano, foi ideal para encarar os próximos kms sem qualquer sinal de cansaço. Seguidamente, mais umas subidas de pouca exigência física mas que pediam alguma técnica, pois as pedras molhadas faziam as rodas patinar um bocado. Mas até esta parte do trajecto foi divertida porque tínhamos a presença das pessoas que foram fazer a caminhada e parecia aquelas cenas da volta a Portugal, com todos a incentivar a pedalada. A certa altura, Chegamos a um ponto que estavam a dar-nos umas belas garrafinhas de água, para recuperar, e avisar que a partir dali, havia uns 4Km a subir até ao reforço. E assim foi. Posso dizer que foram os únicos Kms que exigiram algum esforço por parte das pernas. Mas sendo uns míseros 4Km (mais uma vez, recordo as super-mega-hiper subidas com que tenho sido brindado ultimamente), e ainda por cima, feitos na companhia do Moleiro, foi num instante que passaram.

E lá chegamos ao reforço. Peguei numa garrafa de água, comi dois pedaços de laranja e dois chocolatitos e já está. Aproveitamos para nos informarmos sobre a parte onde separavam o passeio dos 30Kms e dos 40kms, e como eram os trajectos. Pelas informações obtidas, eram ambos interessantes. O dos 30 implicava umas descidas mais técnicas e depois estaríamos no final, enquanto que o dos 40, seria com algumas subidas até aos eólicas e depois também tinha umas descidas com muita pedra solta. Arrancamos do reforço, decididos a apenas escolher o percurso assim que chegássemos ao ponto de divisão, e a nossa escolha estaria dependente das condições físicas e psicológicas que apresentássemos na hora. E assim foi, assim que avistamos as placas dos 30 e dos 40, olhamos uns para os outros, eu e o Zé ainda pensamos em seguir para os 40, mas depois optamos pelos 30. Se tinha sido tudo tão bom até ali, não havia necessidade de correr o risco de as forças falharem e "estragar tudo".

E foi uma óptima escolha. As descidas que se seguiram foram, mais uma vez, deslumbrantes. Começamos por passar numa zona de cedros (acho eu) com um trajecto marcado com fitas, em que o divertimento era total. Tive foi que tirar os óculos que estava de tal maneira escuro que nem via o caminho (estou mortinho para ver as fotos que um amigo da organização estava a tirar nesta zona. Estivemos com ele no fim do almoço e disse-nos que iria coloca-las no site). Depois, apareceram as descidas com grande inclinação, muito técnicas, mas praticáveis (por quem gostar e tiver alguma prática a realizá-las, que é o nosso caso). Aqui a adrenalina foi total. Como escrevi atrás, não há palavras para descrever o quanto nós vínhamos a "curtir". A opção pelos 30kms foi mesmo a melhor. Estou a escrever estas linhas e a sorrir :)), tal são as boas recordações dessa parte do passeio. Mas, infelizmente, passamos por um amigo que estava, tal como nós, a "curtir" esta descida fantástica (porque nós estávamos a vê-lo lá de cima) e acabou por dar um tombo valente, que podia ter sido grave. Mas, pelo que percebi, ele ficou bem. Por falar em tombos, não me lembro de ver tanta gente com joelhos, cotovelos, mãos ... esmurrados. Acho que o pessoal se entusiasmou com as descidas e deve ter exagerado um pouco. Ou então, é a maldita mania que tem "infestado" os betetistas de transformar os passeios em corridas. Digo isto porque, embora admita que havia partes perigosas, o normal é os menos experientes desmontarem da "burra". Passando à frente, espero que não tenha havido lesões graves. E o passeio terminou com a passagem por zonas que já tínhamos feito durante a subida (e que não me importava de fazer outra e outra vez) e com o reencontro dos amigos da caminhada. E, também eles, estavam com ar de quem se tinha divertido.

Vou resumir, sinto que mais uns parágrafos e posso editar um livro :)) Foi um dia fantástico de BTT, e espero que aqueles que não foram ao Portela 6 e acabaram de ler este rescaldo, anotem já na agenda de 2012 o Portela 7, porque não devem voltar a falhar um evento como este.

Termino com os votos de parabéns a toda a organização e que contem comigo para o ano.

GRANDE dia!!!!!

Aqui estão as poucas fotos que tirei (não se esqueçam de espreitar o site do CCM nos próximos dias, para ver as fotos tiradas na escuridão dos cedros):


terça-feira, abril 05, 2011

2º Trilhos da Pegadinha - 03/04/2011 - Rescaldo

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Ontem foi dia do 2º Trilhos da Pegadinha, organizado pelos nossos amigos do BTT Bravães.

Após uma semana com o tempo muito instável, o S.Pedro ajudou e esteve um belo dia para a prática de BTT. Mas o bom tempo não é suficiente, é preciso boa disposição. E isso não faltou em Bravães. Embora eu não estivesse nos meus dias, tinha dormido mal e não estava com muita vontade de pedalar de forma "acelerada" (nos passeios organizados acabamos sempre por pedalar um pouco mais rápido do que nos passeios de fim-de-semana normais), acabou por ser um dia agradável. Fui dos últimos a arrancar, e na companhia do mestre Panda, lá fui apreciando os trilhos que tinham sido seleccionados para o evento. Como já sabia, sobe ... sobe ... sobe ... até ao Ural. A certa altura os músculos pediam para "acabar a brincadeira" e parar, mas como sabia onde me encontrava, lá fui gerindo o esforço até ao topo.

Durante a mui dolorosa ascensão, fomos surpreendidos por dois locais que, perante o nosso atrevimento em atravessar as suas propriedades, nos ameaçaram com "sábias palavras" mas de cajado na mão! :)) Tratava-se do amigo Pedro Silva, Presidente da Junta da Freguesia de Bravães (e, também ele, betetista) e do professor/escritor/encenador Jaime Ferreri, que resolveram dar um toque cultural a este evento de carácter mais desportivo.

Cheguei ao cimo com os músculos num 8 e o estômago igual, pois o pequeno almoço (que até foi leve) ainda andava perto das "portas de entrada" :) ... não era o reforço porque só comi uma barrinha de cereais e bebi uma garrafa de água. Estava em dia não, só isso.
Depois, foi só "curtir" as descidas e apreciar as novidades que o pessoal de Bravães nos tinham preparado. Conheço bem as zonas por onde andamos mas, a partir de agora, temos alternativas.

Finalmente, a chegada, o banho e ... em direcção à Pegadinha para mais um bom convívio, acompanhado de boa, e abundante, comida e bebida. O Professor Jaime Ferreri voltou a presentear-nos com algumas histórias sobre bravães e a grandeza das suas gentes e, depois, regressei de boleia para a Barca porque o Moleiro quis ficar para o resto da festa. Eu é que já estava a pensar no meu fim de tarde de Domingo preferido, sobretudo após um passeio de BTT, comando na mão e zaaaaaping!

A única coisa que este dia teve de mau, foi uns indivíduos da zona norte terem confirmado a vitória no campeonato de futebol na nossa casa. É assim, não há dias perfeitos!

Aqui ficam as nossas fotos do dia, desta feita da responsabilidade da PC Produções (http://www.pcproducoes.com).



domingo, março 13, 2011

Trilhos Maria da Fonte 7 - 12/03/2011 - Rescaldo

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Como combinado, ontem fomos ao 7º Trilhos da Maria da Fonte na Póvoa de Lanhoso. Para mim e para o Moleiro foi a 4ª participação (acho eu, tenho que verificar nos dorsais/fotos que estão guardados) mas para o Zé e para o Nuno foi a estreia.
O dia ameaçava chuva e ela esteve presente durante algum tempo, o suficiente para nos "chatear" na fase inicial do passeio passeio. Depois lá foi acalmando ... mas o mal já estava feito - alguma da roupa já estava molhada e os trilhos estavam um "pantanal".
Como os betetistas eram muitos (mais de 700, penso eu), optamos por tentar ir para o grupo da frente - para evitar os "engarrafamentos" típicos dos primeiros single tracks e para tentar passar pelos mesmos antes de estes se encontrarem num completo lamaçal.
E assim foi mas logo nos primeiros kms o Nuno furou e lá paramos um bom bocado, o suficiente para que muitos betetistas nos ultrapassassem (o Zé já tinha furado mesmo antes da partida).
Para agravar a situação, havia quem não estivesse nos seus dias e estes pára/arranca quebraram um pouco o ritmo.
Depois vieram as intermináveis subidas e descidas ... subidas e descidas ... subidas e descidas, que em pouco tempo nos desgastaram por completo.
Mas o BTT é assim mesmo, por vezes implica algum sofrimento :)
A juntar a essas subidas e descidas, há que assinalar umas superdescidas relativamente perigosas (nem sei qual seria a inclinação de algumas delas, mas a bicicleta parecia não querer parar, mesmo com os travões a fundo!) que para além de me desgastarem, deram origem a um pequeno tombo :) (podem ver aqui uma sequência de 3 fotos do mesmo)
Mas antes desta zona das descidas perigosas, havia também um circuito muito bom (5*), cheio de curvas e contracurvas :) ... e foi nele que dei um outro tombo/salto :). Tinha umas rampas para saltos (não me parece que nos participantes existissem muitos downhilleiros, e coitados deles para chegarem até à zona dos saltos) que, na minha opinião, não estavam bem assinaladas. Era possível passar ao lado das rampas, mas era necessário estar atento (é necessário não esquecer que se tratava de uma descida e os betetistas vão "lançados"). Acontece que numa dessas zonas, em vez de um salto, tinha uma passagem em madeira, que todos tínhamos que fazer (sem dificuldade) e onde se encontrava um elemento da organização a tirar fotografias (e muito bem, porque o sítio era bonito, como podem ver aqui). Logo de seguida, aparece uma outra secção de madeira e que, devido a uns betetistas estarem lá parados (a comer, penso eu), eu julguei ser mais uma passagem de madeira com fotógrafo. Não era, era uma rampa de saltos ... e quando me apercebi, já tinha a roda da frente a "fazer o salto". Só tive tempo de "lançar" a bike para a frente com os pés e atirar-me por cima dela. Foi um salto (sem bike) de 2,5 metros (não devia ter menos) que não provocou qualquer lesão mas que podia ter sido muito diferente. Não culpo a organização porque, de facto, dava para passar ao lado. Tratou-se apenas de uma infeliz coincidência de ter passado por uma passagem de madeira com fotógrafo e logo de seguida estarem aqueles betetistas em frente à rampa, dando a entender que seria outra secção de fotografias. A culpar, culparia os betetistas porque, sinceramente, estar parado numa descida daquelas, a seguir a uma rampa de salto, não me parece um comportamento muito apropriado. Mas já passou, não aconteceu nada ... e sempre posso dizer que já fiz um salto de 2,5 metros :)))

Coisas que menos gostei:
  • A quantidade enorme de "dorsais" que fui encontrando ao longo do percurso. Não gostei porque sempre se trata de lixo e porque estou certo que quem os perdeu deve ter ficado triste por não guardar o "dorsal" - eu guardo os meus todos. No final lá me apercebi que o material era pouco resistente à chuva e rasgava.
  • A lavagem de bikes também poderia ter mais umas mangueiras. É muita gente que chega cansada, a desejar um belo banho, e ter que aguardar tanto tempo para tirar a lama da bike :( Relativamente à água não estar muito quente, a organização havia avisado que o outro sítio para banhos tinha sempre água quente. A opção de ir ali foi minha.
  • Para quem participou em edições bem anteriores, como eu, lembra com saudade aquela chegada ao centro da praça, com muita gente, muita animação (musica, publicidades...). Agora, quando chagamos ao fim, não se passa nada. Descemos as escadas e vamos para o banho ... acaba a festa.
  • Mais uma vez, não me lembrei que havia sorteios. Acho que estão mal publicitados. Sei que não há obrigação nenhuma em dar nada, mas já que há sorteios, que sejam para todos. Esta situação de ser ali no fim, não sei onde porque nem vi ... acho errado.
Bem já chega de relatos, se querem saber mais coisas, vão lá para o ano, que eu lá estarei, se tudo correr bem.

Aqui ficam as minhas fotos:
http://picasaweb.google.com/barcabikerstt/110312MariaDaFonte7


As fotos do evento (organização e participantes) podem ser vistas em:
http://bttmariadafonte.eu/
http://www.facebook.com/profile.php?id=1681417680&sk=photos

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Passeio com os Tapa FurQs

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Ontem foi dia de passeio ... sim, este fim-de-semana optamos pelo Domingo de manhã. Optamos não é bem o termo :)) Combinamos fazer companhia aos nossos amigos Tapa FurQs, e eles pedalam ao Domingo de manhã. Ou seja, no sábado não houve "copos" :)

Belo dia de sol e bela manhã de BTT. Os trilhos eram conhecidos, mas a companhia era outra e, como tal, a aventura teve um gostinho diferente. Tudo correu bem e, pelos comentários, todos ficaram agradados com o passeio.

Para mim foi um dia especial. Finalmente apareci em várias fotos :)) Os Tapa FurQs também têm um fotografo de serviço (o Ângelo) e, graças a ele, apareço em mais fotografias neste passeio do que em todas as tiradas em 2010 :)) Talvez não seja assim ... mas anda lá perto :))

Podem ver as minhas fotos em:
http://picasaweb.google.com/barcabikerstt/110227Barral



e para verem as fotos dos Tapa FurQs cliquem aqui.

Até uma próxima pedalada ... no próximo fim-de-semana :)))

quinta-feira, novembro 04, 2010

A crise chegou ao BTT

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Segundo diversas fontes, o BTT não sofreu economicamente com a crise. O número de praticantes continua a aumentar e estes têm, cada vez mais, critérios exigentes na escolha das suas bikes e acessórios. Pelo que tenho visto, são poucos os que começam com uma bike de gama baixa e de marcas “brancas”. Basta observar as bikes que vemos nos passeios de hoje em dia e comparar com as que víamos há poucos anos. Mas não é dessa crise que vos vou falar hoje. A crise chegou ao BTT, não na qualidade das bikes, mas na qualidade dos betetistas (na minha opinião, é claro). Não sou praticante de BTT há muitos anos, comecei em 2002, mas nestes 8 anos tenho assistido a mudanças “radicais” nas características dos betetistas. Quando comecei, fi-lo porque, além de gostar de bicicletas e desporto, sou um amante da natureza e do “ar livre” e encontrei no BTT um “escape” para o stress da semana de trabalho. Nessa altura, os passeios de fim-de-semana eram “comandados” pelos mais experientes e eram sempre acompanhados dos famosos “conselhos de segurança” e “regras de boa conduta no monte”. Quem estava a iniciar-se na prática do BTT, aprendia as regras básicas de segurança (sua e dos outros) e aprendia a respeitar a natureza e os outros betetistas. Infelizmente, hoje em dia, quando vou para um passeio organizado assisto, cada vez mais, a um total desrespeito por todas essas regras.

A saber:

  • Desrespeito pela natureza: É comum encontrar lixo espalhado pelos trilhos, como se desse muito trabalho guardar os invólucros dos reforços líquidos e sólidos na mochila. Deve ser do peso. Temos que pedir aos fabricantes de barras de cereais, isostar, etc. para começarem a fabricar invólucros em carbono.
  • Desrespeito pelos outros betetistas: É normal que nem todos gostem, nem estejam bem preparados para as subidas, assim como é normal que nem todos gostem de descer “a todo o gás” ou, simplesmente, sejam mais cuidadosos com o seu “corpinho” e as suas bikes. O que não é normal é que estes betetistas não respeitem os ritmos e os gostos dos betetistas com quem partilham os trilhos. Se não têm pernas para subir, ou se o pé saiu do pedal e já não conseguem “montar” a burra, ou outra razão qualquer vos impede de prosseguir montado e fazer aquela terrível subida, pelo menos respeitem aqueles que o estão a tentar fazer, porque as subidas custam a todos. Não custa nada desviar para o lado e, em vez de ir criticando os betetistas que passam e vão pedindo para se desviarem, digam-lhes umas frases de apoio: “força pá, está quase!”, “dá-lhe aí!”. O mesmo acontece nas descidas. Se são dos que descem “nas calmas”, ou desmontam da “burra”, ou estão sem travões, ou outra qualquer razão vos impede de desfrutar daqueles magníficos trilhos, e virem que têm um betetista atrás de vocês que não consegue passar (especialmente nos “single tracks” e trilhos mais técnicos), cedam passagem. Aquela “maldita” subida foi difícil de superar mas, agora, a descida será uma GRANDE recompensa (pelo menos para quem gosta delas).
  • Desrespeito pelas regras de segurança: Não vou falar daqueles que não têm cuidado consigo mesmo (tiram capacetes, impõem ritmos a subir/descer contrários às suas condições físicas/técnicas, etc.) mas dos que não respeitam os restantes betetistas. Uma regra muito simples: nas descidas, aquando das ultrapassagens, façam-se ouvir com antecedência e avisem o lado de ultrapassagem. Não esqueçam que há sempre a possibilidade de o betetista que vão ultrapassar ser um estreante e “fazer asneira”, aleijando-se e aleijando-vos.

Poderia continuar a “desabafar” sobre outras coisas que me desagradam em muitos dos actuais betetistas, mas vou apenas referir mais uma: a falta de solidariedade. Acho triste que, num passeio, um betetista esteja no monte com um problema na bike e outro ao passar por ele não pare porque quer terminar a “prova” dentro dos “tempos” que tinha previsto. “Prova”? “Tempos”? Aqui está um dos problemas que “mais me irrita” actualmente. Um passeio, mesmo na modalidade de maratona, É UM PASSSSSEIIOOO!!! Acho lamentável e ridículo quando me dirijo aos fóruns para ler o rescaldo dos passeios em que participo e, dentro das críticas apontadas à organização, leio coisas como: “devia haver um registo de tempos”; “fiz a prova em 3H30 e quando cheguei à meta, já lá estavam atletas que não passaram por mim”, etc, etc, etc. Que fique claro, de uma vez por todas, que um passeio é um passeio, e é realizado por betetistas que vão divertir-se graças a alguém que resolveu proporcionar-lhes esse prazer, não se trata de uma “prova” cujos “atletas” estão preocupados com os “tempos” e a sua chegada à “meta”. Para isso existe uma coisa chamada “competição”. O que acontece é que estes “supostos” atletas quando participam numa verdadeira competição fazem “figuras tristes” e depois inscrevem-se nos passeios para “armar-se em bons” no meio dos “pequenos”.

Vou continuar a participar em todo o tipo de passeios, embora não ache muita piada à modalidade “maratona” pelas razões que acabei de falar. Gosto de andar nas calmas, tirar fotografias, apreciar as subidas, apreciar as paisagens, fazer novos “amigos betetistas”, apreciar as descidas, reconfortar-me com os belos repastos que são apresentados no reforço, ajudar “com uma palavra amiga” aqueles que vão em dificuldades, participar nos almoços convívio onde se debate as partes boas e menos boas do passeio, etc, etc, etc, … e tudo isto, sem me preocupar com as horas, porque já basta a semana de trabalho para olhar para o relógio. Se tenho um compromisso no dia do passeio e tenho dúvidas sobre a possibilidade de comparecer, só tenho duas soluções, ou não vou ao passeio, ou adio o compromisso. Vou continuar a fazer o que sempre fiz: ter um belo dia de BTT, onde liberto o stress e recarrego as baterias para mais uma semana de trabalho.

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