Recordo que as fotografias do passeio podem ser vistas em:
http://picasaweb.google.com/barcabikerstt/110123Arga
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domingo, fevereiro 06, 2011
Vídeo do passeio na Serra d'Arga
terça-feira, janeiro 25, 2011
Fotos do passeio na Serra d'Arga
http://picasaweb.google.com/barcabikerstt/110123Arga
quinta-feira, novembro 04, 2010
A crise chegou ao BTT
Segundo diversas fontes, o BTT não sofreu economicamente com a crise. O número de praticantes continua a aumentar e estes têm, cada vez mais, critérios exigentes na escolha das suas bikes e acessórios. Pelo que tenho visto, são poucos os que começam com uma bike de gama baixa e de marcas “brancas”. Basta observar as bikes que vemos nos passeios de hoje em dia e comparar com as que víamos há poucos anos. Mas não é dessa crise que vos vou falar hoje. A crise chegou ao BTT, não na qualidade das bikes, mas na qualidade dos betetistas (na minha opinião, é claro). Não sou praticante de BTT há muitos anos, comecei em 2002, mas nestes 8 anos tenho assistido a mudanças “radicais” nas características dos betetistas. Quando comecei, fi-lo porque, além de gostar de bicicletas e desporto, sou um amante da natureza e do “ar livre” e encontrei no BTT um “escape” para o stress da semana de trabalho. Nessa altura, os passeios de fim-de-semana eram “comandados” pelos mais experientes e eram sempre acompanhados dos famosos “conselhos de segurança” e “regras de boa conduta no monte”. Quem estava a iniciar-se na prática do BTT, aprendia as regras básicas de segurança (sua e dos outros) e aprendia a respeitar a natureza e os outros betetistas. Infelizmente, hoje em dia, quando vou para um passeio organizado assisto, cada vez mais, a um total desrespeito por todas essas regras.
A saber:
- Desrespeito pela natureza: É comum encontrar lixo espalhado pelos trilhos, como se desse muito trabalho guardar os invólucros dos reforços líquidos e sólidos na mochila. Deve ser do peso. Temos que pedir aos fabricantes de barras de cereais, isostar, etc. para começarem a fabricar invólucros em carbono.
- Desrespeito pelos outros betetistas: É normal que nem todos gostem, nem estejam bem preparados para as subidas, assim como é normal que nem todos gostem de descer “a todo o gás” ou, simplesmente, sejam mais cuidadosos com o seu “corpinho” e as suas bikes. O que não é normal é que estes betetistas não respeitem os ritmos e os gostos dos betetistas com quem partilham os trilhos. Se não têm pernas para subir, ou se o pé saiu do pedal e já não conseguem “montar” a burra, ou outra razão qualquer vos impede de prosseguir montado e fazer aquela terrível subida, pelo menos respeitem aqueles que o estão a tentar fazer, porque as subidas custam a todos. Não custa nada desviar para o lado e, em vez de ir criticando os betetistas que passam e vão pedindo para se desviarem, digam-lhes umas frases de apoio: “força pá, está quase!”, “dá-lhe aí!”. O mesmo acontece nas descidas. Se são dos que descem “nas calmas”, ou desmontam da “burra”, ou estão sem travões, ou outra qualquer razão vos impede de desfrutar daqueles magníficos trilhos, e virem que têm um betetista atrás de vocês que não consegue passar (especialmente nos “single tracks” e trilhos mais técnicos), cedam passagem. Aquela “maldita” subida foi difícil de superar mas, agora, a descida será uma GRANDE recompensa (pelo menos para quem gosta delas).
- Desrespeito pelas regras de segurança: Não vou falar daqueles que não têm cuidado consigo mesmo (tiram capacetes, impõem ritmos a subir/descer contrários às suas condições físicas/técnicas, etc.) mas dos que não respeitam os restantes betetistas. Uma regra muito simples: nas descidas, aquando das ultrapassagens, façam-se ouvir com antecedência e avisem o lado de ultrapassagem. Não esqueçam que há sempre a possibilidade de o betetista que vão ultrapassar ser um estreante e “fazer asneira”, aleijando-se e aleijando-vos.
Poderia continuar a “desabafar” sobre outras coisas que me desagradam em muitos dos actuais betetistas, mas vou apenas referir mais uma: a falta de solidariedade. Acho triste que, num passeio, um betetista esteja no monte com um problema na bike e outro ao passar por ele não pare porque quer terminar a “prova” dentro dos “tempos” que tinha previsto. “Prova”? “Tempos”? Aqui está um dos problemas que “mais me irrita” actualmente. Um passeio, mesmo na modalidade de maratona, É UM PASSSSSEIIOOO!!! Acho lamentável e ridículo quando me dirijo aos fóruns para ler o rescaldo dos passeios em que participo e, dentro das críticas apontadas à organização, leio coisas como: “devia haver um registo de tempos”; “fiz a prova em 3H30 e quando cheguei à meta, já lá estavam atletas que não passaram por mim”, etc, etc, etc. Que fique claro, de uma vez por todas, que um passeio é um passeio, e é realizado por betetistas que vão divertir-se graças a alguém que resolveu proporcionar-lhes esse prazer, não se trata de uma “prova” cujos “atletas” estão preocupados com os “tempos” e a sua chegada à “meta”. Para isso existe uma coisa chamada “competição”. O que acontece é que estes “supostos” atletas quando participam numa verdadeira competição fazem “figuras tristes” e depois inscrevem-se nos passeios para “armar-se em bons” no meio dos “pequenos”.
Vou continuar a participar em todo o tipo de passeios, embora não ache muita piada à modalidade “maratona” pelas razões que acabei de falar. Gosto de andar nas calmas, tirar fotografias, apreciar as subidas, apreciar as paisagens, fazer novos “amigos betetistas”, apreciar as descidas, reconfortar-me com os belos repastos que são apresentados no reforço, ajudar “com uma palavra amiga” aqueles que vão em dificuldades, participar nos almoços convívio onde se debate as partes boas e menos boas do passeio, etc, etc, etc, … e tudo isto, sem me preocupar com as horas, porque já basta a semana de trabalho para olhar para o relógio. Se tenho um compromisso no dia do passeio e tenho dúvidas sobre a possibilidade de comparecer, só tenho duas soluções, ou não vou ao passeio, ou adio o compromisso. Vou continuar a fazer o que sempre fiz: ter um belo dia de BTT, onde liberto o stress e recarrego as baterias para mais uma semana de trabalho.
domingo, outubro 24, 2010
3ª Castanhada - 24/10/2010 - Rescaldo
Banho e lavagem de bikes, 5* ... almoço idem (pessoal muito simpático os funcionários do restaurante).
As fotografias que tirei já estão disponíveis, bastando clicar numa imagem abaixo, ou seguir o seguinte link no Picasa:
http://picasaweb.google.com/barcabikerstt/1010243Castanhada
Resta-me dizer que para o ano lá estarei, porque os trilhos são bons e porque o pessoal do BTT Terras do Vez (Nuno, Canossa, Perri, ...) de tudo fizeram para nos proporcionar um belo dia de BTT.
Agora vou pro sofá, como sempre ... comando da TV na mão e Zaaaaaaapiiiiinggggg ... até adormecer (o que não deve ser muito difícil) :)
domingo, maio 09, 2010
Pte Barca-Vilarinho das Furnas-Pte Barca (08e09/05/2010) - Rescaldo
Às 08H30 de sábado, conforme combinado, lá estávamos preparados para arrancar. E o tempo parecia estar óptimo para pedalar: sol, mas não muito quente. Esperava-nos uma subida até Sto António de Mixões da Serra, por trilhos que já várias vezes fizemos, e foi logo aqui que o S. Pedro nos presenteou com uma bela chuvada. Uma pequena paragem nas Carvalheiras para um carioca de limão e, até Mixões, foi sempre a chover. De tal forma que, quando lá chegámos, foi obrigatório trocar alguma roupa para mantermos o corpo quente. Colocámos os impermeáveis, luvas e afins a escorrer (não dava tempo para secar), reforçamos os sólidos e líquidos (sandes de queijo e Frisumo), tomámos um cafezinho para aquecer e lá continuamos a aventura em direcção a Vilarinho das Furnas. A chuva acompanhou-nos sempre, impedindo de apreciar e registar fotograficamente as belas paisagens por onde íamos passando. Mesmo assim, posso dizer-vos que eram lindíssimas e valeram toda a água que a minha roupa acumulou.
Completamente encharcados, chegámos à Pousada da Juventude desejosos de um banho e refeição quentes. O banho não tardou, já a comidinha quente teve que esperar porque o jantar só era servido a partir das 07H30. Ainda deviam ser 05H00 mas a vontade de pedalar à chuva até um sítio onde nos servissem comida quente, não era muita. Além disso, uma tal aventura implicaria molhar a roupa que necessitávamos para o dia seguinte. Optámos por um pequeno lanche obtido com moedinhas na máquina (croissants e capuccino) e aproveitámos para descansar um pouco até à hora de jantar. O jantar quentinho, como desejávamos, lá aconteceu à hora prevista e depois fomos fazer a digestão :))) para as salas de estar/lazer da pousada. O ambiente estava animado porque um grupo bastante grande do Seixal (cerca de 30 pessoas) estava a usufruir de um prémio ganho no concurso do Baião (penso que era o “O Último Passageiro”). Tinham ido fazer uma caminhada (também não tiveram sorte com o tempo) e mais algumas actividades.
Era chegada a hora de dormir porque a alvorada seria bem cedo. Escusado será dizer que a chuva ainda continuava e fazia-nos pensar na árdua tarefa que nos esperava no dia seguinte, pedalar mais de 50 Km sob chuva e frio. Durante toda a noite ouvi a chuva a cair e quando chegou a hora de levantar, a chuva persistia. Não havia de ser nada. O dia ainda ía abrir (por pouco provável que parecesse!!!). Fomos tomar o pequeno almoço como se nada se passasse, preparar as coisas para arrancar e … não é que o S. Pedro resolveu dar umas tréguas!!!??? Umas pinguinhas aqui, outras ali, mas nada que assustasse. Saímos em direcção à magnífica Mata da Albergaria (que é fantástica com sol, chuva, neve …), passando por Geiras Romanas e paisagens a que só os praticantes de desportos de ar livre têm acesso. Sem palavras … km e km de beleza indescritível.
Deslocámo-nos em direcção a Espanha, sendo o destino final, Lindoso. Parámos no café “São Martinho” e atirámo-nos a um belo bitoque (o Moleiro não, é claro!!!), bem regado com um madurinho e terminámos com um belo leite creme e um cafezinho. A pior parte estava para vir, os 30 km até Ponte da Barca, de barriguinha cheia e com o vento sempre contra (parecia que cada pedalada dada para a frente, originava duas para trás). Parámos em Touvedo para beber água na fonte que tantas vezes nos mata a sede, e aproveitámos para apanhar um bocadinho de sol, que tão bem nos estava a saber. Além disso, ainda estávamos bem a tempo de chegar, tomar uma banhoca e ver o GLORIOSO a ganhar o merecido campeonato. Parámos à entrada da vila para a foto final … e fomos para casa com os corpos cansados, mas com o espírito “lavado” e desejosos que chegue o dia de mais um fim-de-semana como este. E o GLORIOSO lá ganhou o campeonato :))))
Ufffffaaaaaaaa … agora vou descansar porque vem aí mais uma semana de trabalho!!!!
Para verem as fotos do passeio, cliquem numa das fotos acima, ou vão a:
http://picasaweb.google.com/barcabikerstt/100508e09VilarinhoDasFurnas



